Hoje tive minha primeira aula de Tai Chi Chuan com o Mestre Guo Feng Li, na Sociedade Taoísta do Brasil. Depois participei da meditação taoísta e assisti a aula de Filosofia Taoísta, cujo tema foi Progresso, sob a orientação do Mestre Hamilton Fonseca Filho.
Começo a me familiarizar com o I Ching...
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Entendendo EFT
Identificação do problema (sombra) (como?)
Equilibrar o Sistema Energético (para quê?) Liberdade Emocional
Técnica (processo?)
Eliminar a causa do sofrimento
Qual é a lógica por trás das técnicas?
Reconhecer quanto se consegue fazer com EFT
Aaaaaiiiii desisti, não era bem o q eu pensava... Já tinha visto isso anteriormente, mas tinha esquecido pq foi bem en passant... Enfim... ainda continuo procurando os pontos dos pés... mas ainda não encontrei nada... vamos buscar...
Equilibrar o Sistema Energético (para quê?) Liberdade Emocional
Técnica (processo?)
Eliminar a causa do sofrimento
Qual é a lógica por trás das técnicas?
Reconhecer quanto se consegue fazer com EFT
Aaaaaiiiii desisti, não era bem o q eu pensava... Já tinha visto isso anteriormente, mas tinha esquecido pq foi bem en passant... Enfim... ainda continuo procurando os pontos dos pés... mas ainda não encontrei nada... vamos buscar...
sábado, 15 de outubro de 2011
EFT
O que é Técnica da Liberdade Emocional ou “Acupuntura Emocional sem Agulhas”?
O método consiste no desbloqueio dos canais energéticos, que são chamados de meridianos, enquanto o indivíduo se sintoniza em um problema emocional ou físico. Estes são os mesmos meridianos estudados pela acupuntura e pode-se dizer que a EFT é uma “versão emocional” desta outro técnica, sem no entanto precisar do uso de qualquer tipo de agulha.
O desbloqueio é realizado através de leves batidas com as pontas dos dedos nos terminais dos meridianos, enquanto o paciente está sintonizado no problema através da repetição de frases lembretes (frases que trazem a tona os sentimentos negativos que precisam ser trabalhados, e indicam ao sistema energético o que está sendo tratado). Este processo é simples, porém muito poderoso, trazendo resultados profundos e duradouros. Não se trata de massagem, shiatsu, ou de qualquer outra técnica. A EFT é um método próprio e sua aplicação tem particularidades que fazem o método obter uma eficácia acima da média, sendo ao mesmo tempo simples de aprender.
O grande diferencial do método, é que os bloqueios emocionais são trazidos a tona durante a aplicação através das lembranças e memórias que são estimuladas pela conversa, para que sejam eliminados e desbloqueados de forma permanente, através das batidas nos terminais dos canais energéticos. Isso aumenta bastante a eficácia da técnica quando comparamos com outros processos. Ou seja, o método combina sempre falar e pensar em questões emocionais, ao mesmo tempo em que se desbloqueia os meridianos.
Os resultados da aplicação desta técnica é a dissolução de questões emocionais, normalmente de forma rápida, mesmo para aqueles problemas em que a pessoa vem há anos se tratando e estão profundamente enraizados.
extraído de: http://www.eftbr.com.br/conteudo.asp?i=2
O método consiste no desbloqueio dos canais energéticos, que são chamados de meridianos, enquanto o indivíduo se sintoniza em um problema emocional ou físico. Estes são os mesmos meridianos estudados pela acupuntura e pode-se dizer que a EFT é uma “versão emocional” desta outro técnica, sem no entanto precisar do uso de qualquer tipo de agulha.
O desbloqueio é realizado através de leves batidas com as pontas dos dedos nos terminais dos meridianos, enquanto o paciente está sintonizado no problema através da repetição de frases lembretes (frases que trazem a tona os sentimentos negativos que precisam ser trabalhados, e indicam ao sistema energético o que está sendo tratado). Este processo é simples, porém muito poderoso, trazendo resultados profundos e duradouros. Não se trata de massagem, shiatsu, ou de qualquer outra técnica. A EFT é um método próprio e sua aplicação tem particularidades que fazem o método obter uma eficácia acima da média, sendo ao mesmo tempo simples de aprender.
O grande diferencial do método, é que os bloqueios emocionais são trazidos a tona durante a aplicação através das lembranças e memórias que são estimuladas pela conversa, para que sejam eliminados e desbloqueados de forma permanente, através das batidas nos terminais dos canais energéticos. Isso aumenta bastante a eficácia da técnica quando comparamos com outros processos. Ou seja, o método combina sempre falar e pensar em questões emocionais, ao mesmo tempo em que se desbloqueia os meridianos.
Os resultados da aplicação desta técnica é a dissolução de questões emocionais, normalmente de forma rápida, mesmo para aqueles problemas em que a pessoa vem há anos se tratando e estão profundamente enraizados.
Uma única sessão é geralmente suficiente para eliminar completamente uma fobia, ou para dissolver a dor de uma memória traumática, uma mágoa entre muitos outros problemas. Alguns problemas, no entanto, exigem persistência e habilidade para que se atinja o objetivo desejado. Ainda assim, costuma se obter resultados bem mais rápidos quando comparamos a outras técnicas.
Aprendemos na EFT que as emoções negativas estão ligadas a uma interrupção no fluxo energético do nosso sistema, e, uma vez que este fluxo seja restabelecido, o sentimento negativo desaparece. A EFT é talvez a técnica mais eficaz que existe para restabelecer este fluxo, e é por isso que os resultados são bem expressivos.
Emoção
A emoção é responsável por nossos bloqueios e fobias?
Memória sem carga emocional não causa transtorno?
Então temos que nos livrar das Emoções ou das Memórias?
Sem carga emocional as memórias não nos prejudicam?
Comparada a um software, existe a informação (memória). A carga emocional negativa seria um bug?
Memória sem carga emocional não causa transtorno?
Então temos que nos livrar das Emoções ou das Memórias?
Sem carga emocional as memórias não nos prejudicam?
Comparada a um software, existe a informação (memória). A carga emocional negativa seria um bug?
Quem Sou?
Uma sintonia? A soma das sensações e emoções da dimensão sintonizada? E quem sintoniza? Sim, existem vários Sistemas que determinam a Sintonia. Cada cultura, cada religião, cada conceito dual, as memórias, tudo faz parte da programação. Será que é isso mesmo? Se eu estiver consciente que tudo o que existe é programação tenho o poder de Escolha. Seria esse o Livre Arbítrio? O Ser Consciente Escolhe qual Dimensão Sintonizar? Vale um parênteses, quem é responsável pelas programações e quem cria o Sistema? Eu posso criar um Sistema? Penso que sim... a esta altura, sei que não sou exatamente eu quem pensa, nem cria nada, mas a Consciência que estou sintonizado... o SomosTodosUm é a Consciência de Uma Dimensão... será isso mesmo? E como cada Ser é Energia, a união dessas Energias geram maior Energia, em outras palavras, maior Força. É isso?
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Eckhart Tolle
Florescendo 1 - O Sentido do Ser
http://www.youtube.com/watch?v=FiQjv-s0L2k&feature=related
Florescendo 2 - O Sentido da consciência humana
http://www.youtube.com/watch?v=FiQjv-s0L2k&feature=related
Florescendo 2 - O Sentido da consciência humana
http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=TRKiOz1uxPc
Florescendo 3 - A busca da espiritualidade
http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=BVr1u9jXzbM
Florescendo 4.1 - A espacialidade que circunda as coisas
Florescendo 4.2 - A espacialidade que circunda as coisas
Florescendo 5.1 - a Essência de quem você é
Florescendo 5.2 - A essência de quem você é
Florescendo 6 - A Nova Consciência
Florescendo 7 - A beleza e o poder do discurso espiritual
domingo, 9 de outubro de 2011
Drogas
Exógenas?
http://gnt.globo.com/mariliagabrielaentrevista/videos/_1593904.shtml
Endógenas?
Matthieu Ricard on the habits of happiness | Video on TED.com

"Você não precisa viajar a um lugar remoto para buscar a liberdade; ela habita no seu corpo, seu coração, sua mente, sua Alma. A emancipação iluminada, a liberdade, a pura e imaculada felicidade estão a sua espera, mas você precisa escolher embarcar na jornada interior para descobri-las." BKS IYENGAR
Dan Gilbert asks, Why are we happy? | Video on TED.com
http://gnt.globo.com/mariliagabrielaentrevista/videos/_1593904.shtml
Endógenas?
Matthieu Ricard on the habits of happiness | Video on TED.com
Sábias palavras do meu grande mestre:
"Você não precisa viajar a um lugar remoto para buscar a liberdade; ela habita no seu corpo, seu coração, sua mente, sua Alma. A emancipação iluminada, a liberdade, a pura e imaculada felicidade estão a sua espera, mas você precisa escolher embarcar na jornada interior para descobri-las." BKS IYENGAR
Dan Gilbert asks, Why are we happy? | Video on TED.com
sábado, 8 de outubro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Curso de Extensão em Psicologia Budista
| Hora |
Hoje às 09:00 - 04 de dezembro às 15:00
|
|---|---|
| Localização |
True Love Space - Nossa Senhora de Copacabana, 1072/605 - Copacabana, posto 5
|
| Criado por | |
| Mais informações | |
Com Irmão Vitor Caruso Jr e Dr. Enio Burgos
no True Love Space em Copacabana - Rio de Janeiro
INFORMAÇÕES
miila@trueloveyoga.com
SOBRE O CURSO:
O curso se propõe a apresentar de maneira estruturada através de vasta bibliografia os fundamentos principais da história e da filosofia budista, estudo das emoções, estudos comparados com a psicologia ocidental, neuro-fisiologia, neurologia e medicina.
Temas Abordados:
Neuro Anatomia
História do Budismo
Psicologia e Filosofia Budista
Neurofisiologia da Meditação
Estudo das emoções
Medicina e terapêutica Psicossomática
Datas:
Módulo I - 03/09
Módulo II - 01/10
Módulo III - 29/10
Módulo IV - 19/11
Módulo V - Intensivo - 02, 03 e 04 de dezembro
(sem estadia, acontece no Rio de Janeiro)
Horários:
Módulos I, II III e IV - das 9 às 18hs, com intervalo para almoço (coffee break incluso manhã e tarde)
Módulo V - sexta das 18 às 21h30, sábado das 9 às 18hs e domingo das 9 às 13hs (Intensivo no Rio de Janeiro)
Local e informações:
True Love Space
Nossa Senhora de Copacabana 1072/605
(posto 5 esquina com Djalma Ulrich)
miila@trueloveyoga.com tel: 21-81089801
Público alvo:
Psicólogos, Analistas, Terapeutas, Administradores de RH, Administradores de Empresas ou interessados em desenvolvimento pessoal e estudos da mente.
Bibliografia:
Módulo I
- A Arte da Felicidade de Dalai Lama e Howard C. Cutler
- Respire, Você está Vivo de Thich Nhat Hanh
Módulo II, III e IV
- Transformações na Consciência de Thich Nhat Hanh
- Neurofisiologia da Meditação de Marcelo Danucalov e Roberto Simões (sugestão)
- Consciência Emocional de Dalai Lama e Paul Ekman (sugestão)
- A Essência dos Ensinamentos do Buda de Thich Nhat Hanh (sugestão)
- Transformação e Cura de Thich Nhat Hanh (sugestão)
Intensivo com Dr Enio Burgos
- Medicina Interior de Enio Burgos
SOBRE OS MINISTRANTES:
Além de Vitor Caruso Jr., o curso terá o médico e físico Enio Burgos como professor e outros professores que serão oportunamente convidados.
Vitor Caruso Jr. é economista formado pela USP, ordenado na Tradição Zen Budista do Mestre Thich Nhat Hanh, estudou e recebeu transmissão do XIV Dalai Lama do "Grande Tratado dos Estágios do Caminho da Iluminação", escreve livros e artigos, dá aulas de meditação e terapia do Yoga, é propagador da obra do Prof. Hermógenes, este pioneiro da terapia holística e espiritual no Brasil. Vitor trabalha como coordenador do Espaço Hermógenes de Curitiba e é um dos fundadores do Ciência Meditativa, entidade responsável pelos Congressos Brasileiros de Meditação.
Dr Enio Burgos além da prática da medicina, exerce a função de diretor da Editora Bodigaya, coordenador da Associação Meditar e é tradutor de Thich Nhat Hanh, tendo publicado vários livros deste reconhecido mestre Zen. Dr. Enio Burgos é Médico, Físico, Diretor da Associação Meditar, Tradutor de Thich Nhat Hanh, Diretor da Editora Bodigaya, Escritor e Músico.
Você pode saber mais nos sites:
http://www.hermogenes.org/
http://www.zenwayoflife.co
http://www.pazacadapasso.o
http://www.cienciameditati
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Condição Humana
A única Verdade Absoluta é o Vazio, logo, todas as outras são Relativas.
Vazio significa a existência de um espaço em que todas as possibilidades são possíveis.
Tudo é Energia, logo, somos Energia.
Pensamento é Energia. Ok, mas Pensamento é função mental???!!! http://www.cerebromente.org.br/n04/editori4.htm
E o que é Mente? É o estado de consciência ou subconsciência que possibilita a expressão da natureza humana?
Para Nicolelis, corpo não vai mais limitar ação da mente sobre o mundo. Pesquisador também comenta os desafios impostos à ciência no País pela burocracia e desorganização http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/nicolelis-diz-que-sofreu-sabotagem-nos-bastidores.html
Vazio significa a existência de um espaço em que todas as possibilidades são possíveis.
Tudo é Energia, logo, somos Energia.
Pensamento é Energia. Ok, mas Pensamento é função mental???!!! http://www.cerebromente.org.br/n04/editori4.htm
E o que é Mente? É o estado de consciência ou subconsciência que possibilita a expressão da natureza humana?
Para Nicolelis, corpo não vai mais limitar ação da mente sobre o mundo. Pesquisador também comenta os desafios impostos à ciência no País pela burocracia e desorganização http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/nicolelis-diz-que-sofreu-sabotagem-nos-bastidores.html
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Limpeza de armário
Ontem não liguei o computador e nem fiz outra coisa a não ser limpar armário. Todo? Não, quem me dera... só consegui limpar e arrumar 2 portas da parte de baixo. Mas era onde tinha documentação, contas pagas de trocentos anos, fotos e, pior, uma pasta imensa q até ontem rolava no armário sem eu mexer pra não invadir privacidade alheia, esperando q o dono arrumasse, mas ontem resolvi "fincar minha bandeira". Enfim, o lixo misturado com o q é importante, vira lixo tb e, aproveitando a dica do feng shui, percebi q nossa cabeça é igual, se a gente não joga o lixo fora, acaba perdendo o tesouro. Então, além do armário, tô tentando, também, limpar o lixo da minha cabeça. Ontem foi uma boa experiência porque tem coisas que a gente fica na dúvida se "um dia vai precisar"... essa decisão é q define se a gente só tira o pó do armário <e da cabeça> e deixa o lixo rolando, ou se aproveita para fazer a limpa geral e descarta todo o lixo. Claro que estou em crise. Uma coisa já tenho certeza (será?!) q a única Verdade Absoluta é o Vazio. E o q é o Vazio? É nada mais nada menos do q a soma de todas as possibilidades. Sou mais sábia q todos? Claro q não! Foi Buda quem falou isso. Sou budista? Claro que NÃO! Mas pude perceber que as religiões nada mais são do que regras para conduzir a massa Ignorante à "Sabedoria". As aspas são porque no final das contas já sabemos que os Ignorantes <nós> continuam sem a tal Sabedoria e entupidos de religião, fazendo o q os sábios querem ou sei lá quem. Só sei q sempre existiu uma minoria q domina e o resto trabalha pra ela sempre na Esperança de q algo bom vai acontecer. Visualiza um cavalo com uma coleira onde é encaixada uma vara e uma cenoura presa a uma linha, o cavalo tem a sensação de q vai conseguir alcançar a cenoura e por mais q corra nunca alcança. Essa é a famosa Esperança... Tive acesso aos ensinamentos budistas e comecei a achar q tinham lógica. Eles me levaram à Neurociência, Física Quântica e à Psicologia. Claro q ainda tô engatinhando em tudo e patinando o suficiente para entender q a Ignorância nos leva às ações e sentimentos desastrosos e, tb, à depressão. Isso sem falar no dano q causamos aos outros q volta pra nós q nem bumerangue, q a gente devolve pros outros e fica nesse vaivém intermináààvel. Vivemos como robôs sentimentais. Hj já existem remédios para depressão, compulsão etc., só q os cientistas já estão percebendo q essa parafernália de psicoterápicos é uma faca de dois gumes pq o ser humano tá virando um robô com sentimentos anestesiados pelos medicamentos. Pra onde vamos? Os filmes como Matrix, Avatar, Substitutos... e até a novela das 7 nos dizem. Ficção? Nada disso, noutro dia tava lendo no livro do Nicolellis q a ciência demora muito para divulgar um experimento pq tem que comprovar metodologicamente a conclusão chegada. Enquanto o escritor, cineasta etc, não tendo tal compromisso, divulga o experimento sem necessidade de comprovação. Será q os psicoterápicos serão substituídos pelo chip? Nessa perspectiva, a anestesia continua, e uma boa alternativa seria tentarmos evoluir. Tentar viver o Agora com Consciência. Como? Uma das alternativas é continuar seguindo a religião A, B ou C. Uma outra alternativa é tentar se desvencilhar da Ignorância através da aquisição de conhecimento. Nem precisa dizer qual das alternativas q prefiro. Sei q a primeira não é o meu Caminho pq pra eu acompanhar os rituais pode até ser legal como ir a uma festa, só q o máximo de envolvimento q consigo é como na festa, se eu gostar da música, Ótimo! Aquela fé cega, realmente, não faz minha cabeça. Por outro lado a segunda alternativa... aha! essa eu adoro! Só por enquanto só tô juntando letrinha, manja? O complicado é aplicá-las ao contexto cotidiano... bah!
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Manual de Vivência
Cada um pode adotar seu próprio método para anotar suas dúvidas (teses), achismos (antíteses) e conclusões (sínteses).
É verdade que pode ser bastante árdua a luta pela sobrevivência. Por outro lado, pode ser bastante excitante e prazerosa, tudo vai depender da perspectiva que adotada.
Quem sou, o que quero?
Consciência é o primeiro passo, seguida da atenção aos pensamentos, sensações e ações.
Comumente fala-se em elaborar uma lista de desejos. Mas como?!
Outra dificuldade é perceber nosso comportamento predominante. Tentar impor nossa vontade aos outros ou tentar agradar?
Sugestão: Se tudo é ilusão e não estou satisfeito, sou o único que posso reverter essa situação e, se tiver sorte, mudar a situação dos outros também.
Como?! Usar o cotidiano como laboratório e anotar os métodos adotados, compará-los e adotar o mais conveniente.
Método 1: P.55 Percepção é um processo ativo, que começa dentro da mente e não na periferia do corpo carne e osso... será?!
É verdade que pode ser bastante árdua a luta pela sobrevivência. Por outro lado, pode ser bastante excitante e prazerosa, tudo vai depender da perspectiva que adotada.
Quem sou, o que quero?
Consciência é o primeiro passo, seguida da atenção aos pensamentos, sensações e ações.
Comumente fala-se em elaborar uma lista de desejos. Mas como?!
Outra dificuldade é perceber nosso comportamento predominante. Tentar impor nossa vontade aos outros ou tentar agradar?
Sugestão: Se tudo é ilusão e não estou satisfeito, sou o único que posso reverter essa situação e, se tiver sorte, mudar a situação dos outros também.
Como?! Usar o cotidiano como laboratório e anotar os métodos adotados, compará-los e adotar o mais conveniente.
Método 1: P.55 Percepção é um processo ativo, que começa dentro da mente e não na periferia do corpo carne e osso... será?!
domingo, 24 de julho de 2011
Mais e Menos
Mais: Brincar, Rir, Curtir, Escutar, Observar, Sentir, Experimentar
Menos: Falar, Contestar, Intelectualizar
Menos: Falar, Contestar, Intelectualizar
sábado, 23 de julho de 2011
SINAIS (Osho)
"Você sabia que o Universo se comunica conosco o tempo todo e nos envia respostas, mensagens e sinais, de acordo com nossos desejos e necessidades?
Estes sinais se manifestam através do fenômeno que conhecemos como sincronicidade, ou seja, no momento em que você necessita de algo, ou de que alguma situação aconteça, aquilo se manifesta repentinamente em sua vida.
Mas eles não se apresentam somente com soluções grandiosas ou espetaculares. Manifestam-se igualmente nos acontecimentos rotineiros.
A prova incontestável de que você está vivendo e atuando numa parceria harmoniosa com a vida, é a presença destas sincronicidades em seu dia-a-dia. Para percebê-las, é necessário que você esteja atenta e consciente de que o Universo sempre responde, de alguma forma, a todos os seus pedidos.
Se você vinha recebendo estes presentes e, de repente, eles pararam de acontecer, saiba que algo saiu do eixo em seu plano de vida. É indício de que você se deixou perturbar por alguma forma de negatividade que gerou um curto circuito em seu equilíbrio.
Este é um sinal de que é hora de se re-equilibrar, se harmonizar e re-conectar com seu ser divino, aquele que direciona suas ações sempre para um caminho positivo para você e para o mundo.
Um dos meios de evitar esta desconexão é parar de julgar, a si próprio e as outras pessoas. Esta atitude impede que criemos novos laços cármicos, geradores de sofrimento.
Agradecer é a melhor forma de fortalecer nossa conexão com o Divino, pois quanto maior for nossa gratidão, mais bênçãos de amor, alegria, paz, virtudes positivas e prosperidade ele nos enviará.
" Julgar os outros é uma reação.
.....Certa vez, eu perguntei ao meu pai: "Você me dirá uma vez, algum dia, só uma vez: 'O que você está fazendo está certo?' Será que você não pode ver que é impossível se fazer tudo errado durante vinte e quatro horas por dia, trezentos e sessenta e cinco dias por ano... tudo errado? Se isso é verdade, eu realmente estou realizando algo miraculoso. Faça uma exceção - só uma vez, diga-me: O que você está fazendo está certo".
Ele ficou chocado porque compreendeu o significado do que eu estava dizendo, que é impossível que eu pudesse fazer tudo errado.
Mas os pais gostam da idéia porque ela é muito preenchedora: é a sede de poder. Sempre que você diz "Não" para alguém, sempre que você diz "Você está errado" para alguém, você se sente poderoso. Alimenta o seu ego e alimenta o ego de todo mundo - dos professores, dos vizinhos. Onde quer que a criança vá, todo mundo usufrui da sede de poder, e a criança é esmagada. E quando tanta gente está dizendo que ela é errada, naturalmente, ela tem de acreditar.
Mas lembrem-se de que, como uma reação, ela começa a julgar os outros. Quando todos a estão julgando, não há nenhuma razão para que ela não julgue os outros. Você a está ensinando a julgar, a julgar a todos - e, tanto quanto possível, a julgar negativamente. Então, ela começa a julgar que os outros estão errados.
E este é o nosso mundo... onde todos estão se julgando errados e julgando aos demais como errados. Como você pode ser amoroso, amigável, confiante? Como você pode abrir o seu coração? Você ficará isolado, ficará completamente fechado, viverá em um mundo que você condena e o mundo o condenará.
.... Pare de julgar.
Seja o que for que esteja fazendo, se você gosta do que faz, faça-o. Não existe a questão do julgamento: nenhuma outra pessoa tem o direito de dizer que o que você está fazendo está errado. Se você gosta de fazê-lo, não está ferindo ninguém, não está perturbando ninguém...
...Desde a minha infância, eu sempre gostei de sentar-me num canto, silenciosamente. Todo mundo que passasse ali, dizia: "O que você está fazendo?
Eu dizia: "Nada".
E todo mundo dizia: "Isso não é bom".
Eu dizia: "Isto é estranho: eu não estou fazendo nada, não estou fazendo mal a ninguém - estou sentado neste canto - e você diz 'Isto não está certo'. Parece que se tornou um puro hábito seu, condenar, criticar. Mas eu estou desfrutando sentar aqui sem fazer nada, e vou continuar, a despeito do seu julgamento. Não lhe pedi conselho, e dar conselho sem que seja pedido é insensato".
Pouco a pouco a pessoa tem de se afirmar, deixar claro sua posição. A menos que eu passe por cima do direito de outra pessoa... - se eu estou fazendo algo de que estou gostando e que não veja ser prejudicial de modo algum, então, eu não permitirei a ninguém me julgar, porque não se trata apenas da questão deste ato, trata-se de uma questão de toda a minha vida. "Você está me ensinando uma muito sutil doença de julgamento". E, quando eu condeno a mim mesmo, como posso deixar alguém sem condenação?
.... Assim, a primeira coisa é esta: pare de se julgar. Ao invés de julgar, comece a aceitar-se com todas as suas imperfeições, todas as suas debilidades, todos os seus erros, todos os seus fracassos. Não peça a si mesmo para ser perfeito - isso é, simplesmente, pedir pelo impossível e, depois, você se sentirá frustrado. Você é um ser humano, afinal de contas.
..... O julgamento é feio - ele fere as pessoas. Por um lado, você vai machucando, ferindo-as; e por outro lado, você quer o amor delas, seu respeito. Isso é impossível.
Ame-as, aceite-as e, talvez, seu amor e respeito possa ajudá-las a mudar muitas de suas fraquezas, muitas de suas falhas - porque o amor lhes dará uma nova energia, um novo significado, uma nova força. O amor lhes dará novas raízes para se erguerem contra os ventos fortes, um sol quente, a chuva forte.
Se apenas uma única pessoa o ama, isso o faz tão forte, que você nem pode imaginar. Mas, se ninguém o ama neste vasto mundo, você fica simplesmente isolado; então, você pensa que é livre, mas você está vivendo numa cela isolada em uma cadeia. É que a cela isolada é invisível; você a carrega consigo.
O coração abrirá por si mesmo. Não se preocupe com o coração. Faça o trabalho preparatório".
OSHO, The Transmission of the Lamp.
Ponto de Mutação ou Ponto Zero?
Que necessidade é essa de nos relacionarmos? O que esperamos dos relacionamentos? Qual o papel das Redes Sociais nesse contexto? Afinal, buscamos nossa identificação ou desidentificação? E quando perdemos o interesse em nos relacionar com pessoas porque parece que ninguém compartilha nossas indagações? E quando só nos identificamos com alguns autores porque com eles parece haver alguma possibilidade de diálogo? Mas, como materialistas q somos, bate a falta do outro, de carne e osso como nós, para compartilhar e experimentar esse novo jeito de olhar o mesmo objeto? É... são muitas mudanças e temos que nos adaptar... zerar as verdades do passado e nos abrir para o presente, o famoso Ponto de Mutação... ou Ponto Zero.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
E-mails q a gente recebe...
segue um exemplo:
E-mail:
Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando. O mestre tentou tirá-lo novamente e outra vez o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
-Desculpe-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo? O mestre respondeu:
-A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida, e continuou:
-Não mude sua natureza se alguém lhe faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Quando a vida lhe apresentar mil razões para chorar, mostre- lhe que tem mil e uma razões para sorrir. Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.
E o que os outros pensam… é problema deles.
Resposta ao e-mail:
Hãããã deixa ver se entendi, Amado Mestre. Vc diz que o importante é conservarmos nossa Natureza... mas o que seria a nossa Natureza?! Seria a soma de todas as virtudes? É possível vc ser virtuoso e o escorpião ser Não virtuoso?!!! Então eu também não sou virtuoso porque sinto Medo, Raiva e tenho Desejos? Esses sentimentos não são virtuosos? Não ser virtuoso é defeito? O sentimento de Desejo é não ser virtuoso? Então o Desejo de ser Virtuoso é Não virtuoso?! Aiiiii... sinto Raiva porque Desejo ter sentimentos virtuosos para viver no Paraíso, mas sinto Culpa por não tê-los e sinto Medo de acabar indo pro Inferno. Pior q isso tudo é que no afã de tornar-me virtuoso, fico tentando imitá-lo e acabo tornando minha vida um verdadeiro Inferno porque já nem tenho Consciência pra saber o que é Bem ou Mal e muito menos Livre Arbítrio para escolher entre um e outro. Vc diz que não há dualidade e eu "aceito" tudo o que vc diz como Verdade. Veja bem, Aceito no sentido de Engolir e não no de me Identificar com a Verdade pq de tanto Engolir Verdades, acabei por me perder de Mim. E, afinal, quem criou as Virtudes?!...
E-mail:
Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando. O mestre tentou tirá-lo novamente e outra vez o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
-Desculpe-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo? O mestre respondeu:
-A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida, e continuou:
-Não mude sua natureza se alguém lhe faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Quando a vida lhe apresentar mil razões para chorar, mostre- lhe que tem mil e uma razões para sorrir. Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.
E o que os outros pensam… é problema deles.
Resposta ao e-mail:
Hãããã deixa ver se entendi, Amado Mestre. Vc diz que o importante é conservarmos nossa Natureza... mas o que seria a nossa Natureza?! Seria a soma de todas as virtudes? É possível vc ser virtuoso e o escorpião ser Não virtuoso?!!! Então eu também não sou virtuoso porque sinto Medo, Raiva e tenho Desejos? Esses sentimentos não são virtuosos? Não ser virtuoso é defeito? O sentimento de Desejo é não ser virtuoso? Então o Desejo de ser Virtuoso é Não virtuoso?! Aiiiii... sinto Raiva porque Desejo ter sentimentos virtuosos para viver no Paraíso, mas sinto Culpa por não tê-los e sinto Medo de acabar indo pro Inferno. Pior q isso tudo é que no afã de tornar-me virtuoso, fico tentando imitá-lo e acabo tornando minha vida um verdadeiro Inferno porque já nem tenho Consciência pra saber o que é Bem ou Mal e muito menos Livre Arbítrio para escolher entre um e outro. Vc diz que não há dualidade e eu "aceito" tudo o que vc diz como Verdade. Veja bem, Aceito no sentido de Engolir e não no de me Identificar com a Verdade pq de tanto Engolir Verdades, acabei por me perder de Mim. E, afinal, quem criou as Virtudes?!...
domingo, 17 de julho de 2011
Cativeiro
Os animais em extinção são colocados em cativeiro para a preservação da espécie. Há também o cativeiro para a exposição, como é o caso dos Zoológicos. E com o ser humano, como acontece? Ainda no sentido de preservação, o homem deixou de ser nômade e optou pelo sedentarismo. Vivia na natureza, era caça e caçador, até pensar q teria mais segurança se se fixasse ao solo, ou à "caverna". Bem, depois disso é uma longa história q culminou no caos existencial q vivemos, ou será q poderia ter sido diferente? Bem, aí depende. Tudo é uma questão de ótica. Vale pegar como exemplo o Insuportável e Burocrático Cotidiano Existencial de qq simples mortal e colocar o "Ou não?" ou "Pode ser diferente?" depois de qq IBCE. É verdade, se a neurociência enfatiza a plasticidade neuronal, por que não aproveitar essa nossa aptidão e mudar de atitude? Se nossa emoção varia de acordo com nossos pensamentos, q tal prestar mais atenção a esse fato e dar um STOP! e mudarmos nossa perspectiva. Chega de passividade! É chegada a hora de sermos o Diretor do Espetáculo!
terça-feira, 5 de julho de 2011
Sincronicidade
SINCRONICIDADEEREALIDADE TRANSPSÍQUICA - Adalberto Ricardo Pessoa
http://pt.scribd.com/doc/53899760/Sincronicidade-e-Realidade-Transpsiquica
Monografia apresentada em 2005. A bibliografia inclui, entre outros, Jung e Fritjof Capra.
http://pt.scribd.com/doc/53899760/Sincronicidade-e-Realidade-Transpsiquica
Monografia apresentada em 2005. A bibliografia inclui, entre outros, Jung e Fritjof Capra.
domingo, 3 de julho de 2011
Evolução...
Luta pela Sobrevivência
Quais as funções dos corpos físico, emocional e mental?
Apenas o corpo físico morre? Os corpos emocional e mental são eternos e somente passíveis de transmutação?
Transformação ocorre apenas no físico?
Transmutação e transcendência no emocional e mental?
Não há reencarnação, apenas emigração do emocional e mental após a morte do físico?
Iluminação é a desidentificação com o Ego? Transcender o Ego?
Importância da visão holística para o equilíbrio da vida no planeta... o q é vida?
Medo da morte... o q é morte?
Interesse em aumentar a expectativa da vida humana e melhorar sua qualidade.
Como é possível mapear o cérebro em funcionamento?
Cérebro é uma caixa preta...
Quais os aparelhos que examinam o cérebro?
Existem aparelhos que respondam as reações do cérebro?
O que se quer medir?
Causas/Consequências - Sincronicidade
Quais são as perguntas a se fazer para desvendar esse mistério?
Resultado Pesquisa <como é possível mapear o cérebro em funcionamento?>
http://radeir.blogspot.com/2011/04/cerebro-dorme-e-mapear-cerebro.html
http://saude.hsw.uol.com.br/mapeamento-cerebro.htm
http://www.cerebromente.org.br/n03/tecnologia/eeg_p.htm
http://www.revistainovacao.uniemp.br/materia.php?id=156&pag=2
Quais as funções dos corpos físico, emocional e mental?
Apenas o corpo físico morre? Os corpos emocional e mental são eternos e somente passíveis de transmutação?
Transformação ocorre apenas no físico?
Transmutação e transcendência no emocional e mental?
Não há reencarnação, apenas emigração do emocional e mental após a morte do físico?
Iluminação é a desidentificação com o Ego? Transcender o Ego?
Importância da visão holística para o equilíbrio da vida no planeta... o q é vida?
Medo da morte... o q é morte?
Interesse em aumentar a expectativa da vida humana e melhorar sua qualidade.
Como é possível mapear o cérebro em funcionamento?
Cérebro é uma caixa preta...
Quais os aparelhos que examinam o cérebro?
Existem aparelhos que respondam as reações do cérebro?
O que se quer medir?
Causas/Consequências - Sincronicidade
Quais são as perguntas a se fazer para desvendar esse mistério?
Resultado Pesquisa <como é possível mapear o cérebro em funcionamento?>
http://radeir.blogspot.com/2011/04/cerebro-dorme-e-mapear-cerebro.html
http://saude.hsw.uol.com.br/mapeamento-cerebro.htm
http://www.cerebromente.org.br/n03/tecnologia/eeg_p.htm
http://www.revistainovacao.uniemp.br/materia.php?id=156&pag=2
sábado, 2 de julho de 2011
Whitehead and Grof: Resolving the ontological ambiguity of Jung’s archetypes metaphysically and practically
Leonard Gibson
gib@vermontel.net
Abstract
MacIntyre (Encyclopedia of Philosophy, p. 296) voices two representative philosophical criticisms of Jung’s theorizing: (1) the existence of the collective unconscious cannot be decided by any possible observation or experiment, and (2) ontological claims about the contents of the psyche are ambiguous. Jung states, “The content of the collective unconscious is made up essentially of archetypes.” (Collected Works, Vol. 9.i)
This paper resolves the ontological ambiguity of Jung’s archetypes by drawing on Whitehead’s metaphysics and Stanislav Grof’s psychological discoveries concerning the human birth process.
Jung’s archetypes reflect Plato’s ideas through the mirror of psychology. The first part of MacIntyre’s criticism of Jung repeats a criticism leveled against Plato that comes into play since the development of modern science. Whitehead’s genius is to reframe Plato’s ideas as potentials and bring them into a richly rendered picture of science that is well beyond the misplaced concreteness of simplistic empiricism.
Framing the archetypes as potentials extends their significance beyond Jung’s use of them analytically to recognizing their actualization in the human birth process. Grof notes that while Jung identified an archetype of birth, he did not seem to recognize that certain specific characteristics distinguish that archetype from all others. (Beyond the Brain, p. 191)
Anthropologically, ontologically, and literally speaking human birth is the embodiment of individuation. Human birth differs from other animals: The size of the brain and the evolutionary narrowing of the pelvis required for upright walking make birth difficult. The bodily and psychic individuation from an all-encompassing maternal universe that takes place in birth represents a particular actualization of universals. The specific circumstances of the human birth process afford instantiation not only of the birth archetype itself but also a host of other
archetypes, including those manifest in what Jung calls the Shadow.
Grof distinguishes four stages of the birth process: (1) intrauterine existence before the onset of delivery, (2) the period of uterine contractions preceding opening of the cervix, (3) passage through the birth canal, (4) emergence. Each stage presents possibilities of existential circumstance that instantiate diverse archetypal phenomena. Stage One may comprise an oceanic, amniotic heaven or, for the baby of a sick or addicted mother, a toxic hell. Stage Two begins distinction of baby from mother, presenting the possibility of claustrophobic, no-exit experience that fortifies horror stories and endogenous depression. Stage Three comprises numerous possibilities, including violent struggle, synergistic aggression and retribution between
baby’s and mother’s bodies, and the hero’s journey through the valley of the shadow of death. In Stage Four the baby finally dies to the uterine world in a burst of light and inhales the breath of life--or physiological detritus. Abnormalities of birth and medical interventions broaden the archetypal dimensions with experience such as transcendent caesarean rescue.
Stanislav Grof’s perinatal theory resolves the ambiguous ontological status of the Shadow and explains how the Shadow’s force in the world derives from the experiential singularity of birth.
Grof’s understanding of human coming-to-be reflectsWhitehead’s metaphysical characterization of becoming and brings the existential richness of Jung’s Shadow to Whitehead’s metaphysical account of evil. (Religion in the Making, pp. 92 ff)
gib@vermontel.net
Abstract
MacIntyre (Encyclopedia of Philosophy, p. 296) voices two representative philosophical criticisms of Jung’s theorizing: (1) the existence of the collective unconscious cannot be decided by any possible observation or experiment, and (2) ontological claims about the contents of the psyche are ambiguous. Jung states, “The content of the collective unconscious is made up essentially of archetypes.” (Collected Works, Vol. 9.i)
This paper resolves the ontological ambiguity of Jung’s archetypes by drawing on Whitehead’s metaphysics and Stanislav Grof’s psychological discoveries concerning the human birth process.
Jung’s archetypes reflect Plato’s ideas through the mirror of psychology. The first part of MacIntyre’s criticism of Jung repeats a criticism leveled against Plato that comes into play since the development of modern science. Whitehead’s genius is to reframe Plato’s ideas as potentials and bring them into a richly rendered picture of science that is well beyond the misplaced concreteness of simplistic empiricism.
Framing the archetypes as potentials extends their significance beyond Jung’s use of them analytically to recognizing their actualization in the human birth process. Grof notes that while Jung identified an archetype of birth, he did not seem to recognize that certain specific characteristics distinguish that archetype from all others. (Beyond the Brain, p. 191)
Anthropologically, ontologically, and literally speaking human birth is the embodiment of individuation. Human birth differs from other animals: The size of the brain and the evolutionary narrowing of the pelvis required for upright walking make birth difficult. The bodily and psychic individuation from an all-encompassing maternal universe that takes place in birth represents a particular actualization of universals. The specific circumstances of the human birth process afford instantiation not only of the birth archetype itself but also a host of other
archetypes, including those manifest in what Jung calls the Shadow.
Grof distinguishes four stages of the birth process: (1) intrauterine existence before the onset of delivery, (2) the period of uterine contractions preceding opening of the cervix, (3) passage through the birth canal, (4) emergence. Each stage presents possibilities of existential circumstance that instantiate diverse archetypal phenomena. Stage One may comprise an oceanic, amniotic heaven or, for the baby of a sick or addicted mother, a toxic hell. Stage Two begins distinction of baby from mother, presenting the possibility of claustrophobic, no-exit experience that fortifies horror stories and endogenous depression. Stage Three comprises numerous possibilities, including violent struggle, synergistic aggression and retribution between
baby’s and mother’s bodies, and the hero’s journey through the valley of the shadow of death. In Stage Four the baby finally dies to the uterine world in a burst of light and inhales the breath of life--or physiological detritus. Abnormalities of birth and medical interventions broaden the archetypal dimensions with experience such as transcendent caesarean rescue.
Stanislav Grof’s perinatal theory resolves the ambiguous ontological status of the Shadow and explains how the Shadow’s force in the world derives from the experiential singularity of birth.
Grof’s understanding of human coming-to-be reflectsWhitehead’s metaphysical characterization of becoming and brings the existential richness of Jung’s Shadow to Whitehead’s metaphysical account of evil. (Religion in the Making, pp. 92 ff)
Jung, Blavatsky e Stanislav Grof
Aquisição de livros: Jung e Blavatsky
Ana Maria Cesar postou no FB informação interessante a respeito da publicação de QS, citada no site de Alvaro e Dora Jardim http://www.aljardim.com.br/destang.htm:
QS - Inteligência Espiritual, por Dana Zohar
http://www.formadoresdeopiniao.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=8802:terceira-inteligencia-a-inteligencia-espiritual-coletiva-e-baixa-na-sociedade-moderna&catid=79:educacao-familia-e-filosofia&Itemid=108
Whitehead and Grof:
Gibson, Leonard. Resolving the ontological ambiguity of Jung’s archetypes metaphysically and practically. gib@vermontel.net.
http://www.stanislavgrof.com/pdf/Whitehead%20Grof%20Jung%20abstract.pdf
Ana Maria Cesar postou no FB informação interessante a respeito da publicação de QS, citada no site de Alvaro e Dora Jardim http://www.aljardim.com.br/destang.htm:
QS - Inteligência Espiritual, por Dana Zohar
http://www.formadoresdeopiniao.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=8802:terceira-inteligencia-a-inteligencia-espiritual-coletiva-e-baixa-na-sociedade-moderna&catid=79:educacao-familia-e-filosofia&Itemid=108
Whitehead and Grof:
Gibson, Leonard. Resolving the ontological ambiguity of Jung’s archetypes metaphysically and practically. gib@vermontel.net.
http://www.stanislavgrof.com/pdf/Whitehead%20Grof%20Jung%20abstract.pdf
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Questões Minhas e Meu Interesse por Jung...
Carl Gustav Jung <http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com/2010/06/carl-gustav-jung.html>
http://www.grupoapoema.com.br/blog/2008/10/08/sete-sermoes-aos-mortos/
O q é mente?
Onde está a inteligência?
O q é alma?
Reencarnação ou renascimento?
O q realmente reencarna?
Como ter acesso aos corpos mental e de emoções dos Mestres?
O q é inconsciente?
E inconsciente coletivo (Jung)?
Fundo psíquico comum a todos os homens (inconsciente coletivo), eternamente existente sob as diferentes peculiaridades individuais, locais, nacionais, raciais, históricas, fosse partidário de discriminações entre esses mesmos homens cuja alma tinha para ele igual estrutura básica.
http://www.grupoapoema.com.br/blog/2008/10/08/sete-sermoes-aos-mortos/
O q é mente?
Onde está a inteligência?
O q é alma?
Reencarnação ou renascimento?
O q realmente reencarna?
Como ter acesso aos corpos mental e de emoções dos Mestres?
O q é inconsciente?
E inconsciente coletivo (Jung)?
Fundo psíquico comum a todos os homens (inconsciente coletivo), eternamente existente sob as diferentes peculiaridades individuais, locais, nacionais, raciais, históricas, fosse partidário de discriminações entre esses mesmos homens cuja alma tinha para ele igual estrutura básica.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
O amor e a arte do não fazer*

Existem coisas que só acontecem, que não podem ser feitas. O fazer diz respeito a coisas muito banais, mundanas. Você pode fazer alguma coisa para ganhar dinheiro; pode fazer alguma coisa para ser poderoso, pode fazer alguma coisa para ter prestígio; mas não pode fazer nada quando o assunto é amor, gratidão, silêncio.
É importante entender que o "fazer" significa o mundo, e o não fazer significa aquilo que está além deste mundo — onde as coisas acontecem, onde só a maré o arrasta para a praia. Se você nadar, a coisa não acontece. Se você fizer algo, estará na verdade cooperando para que ela não aconteça; porque todo fazer é mundano.
Muito poucas pessoas chegam a conhecer o segredo do não fazer e a deixar que as coisas aconteçam. Se você almeja grandes coisas — coisas que estão além do pequeno alcance das mãos humanas, da mente humana, das capacidades humanas —, então você terá que aprender a arte do não fazer. Eu a chamo de meditação.
É um problema, porque no momento em que se dá nome a ela, as pessoas começam a se perguntar como "fazê-la". E você não pode dizer que elas estejam erradas, porque a própria palavra "meditação" cria a ideia de fazer. Elas têm o seu doutorado, têm milhões de outras coisas; quando ouvem a palavra "meditação", perguntam "Então me diga como fazer isso".
E a meditação significa basicamente o início do não fazer, relaxar, seguir a maré — ser apenas uma folha na brisa, ou uma nuvem se movendo no céu.
Nunca pergunte a uma nuvem: "Para onde você está indo?". Ela própria não sabe; ela não tem endereço, não tem destino. Se o vento mudar enquanto ela ia para o sul, ela começa a ir para o norte. A nuvem não diz ao vento: "Isso é absolutamente ilógico. Estávamos indo para o sul e agora estamos indo para o norte. Qual o sentido disso tudo?"
Não, ela simplesmente passa a ir para o norte, com tanta facilidade quanto ia para o sul. Para ela, sul, norte, leste, oeste, não faz nenhuma diferença. Apenas siga com o vento, sem nenhum desejo, sem nenhum objetivo, sem nenhum lugar para chegar; a nuvem só aprecia a jornada. A meditação faz de você uma nuvem — de consciência. Não existe mais objetivo.
Nunca pergunte a quem medita: "Por que está meditando?", porque a resposta é irrelevante. A meditação é, ela própria, o objetivo e, ao mesmo tempo, o caminho.
Lao-Tsé é uma das figuras mais importantes na história do não fazer. Se a história fosse escrita da maneira certa, então haveria dois tipos de história. A história das pessoas que "fazem" inclui Gêngis Khan, Tamerlão, Nadir Xá, Alexandre, Napoleão Bonaparte, Ivan o Terrível, Joseph Stalin, Adolph Hitler, Benito Mussolini; estes são aqueles que pertencem ao mundo do fazer.
Deveria existir uma outra história, uma história superior, verdadeira — da consciência humana, da evolução humana. Essa é a história de Lao-Tsé, de Chuang Tzu, de Lieh Tzu, de Buda Gautama, de Mahavira, de Bodhidharma; de um tipo totalmente diferente.
Lao-Tsé chegou à iluminação sentado sob uma árvore. Uma folha tinha acabado de cair; era outono e não havia pressa; a folha voava ao sabor do vento, devagar. Ele observou a folha. A folha foi caindo até chegar ao chão, e enquanto observava a folha caindo e pousando no chão, de algum modo ele também foi se aquietando. Desse momento em diante, ele se tornou um não fazedor. O vento sopra naturalmente e a existência cuida dele.
Todo o ensinamento de Lao-Tsé se assemelhava ao do rio: siga a corrente seja para onde ela for, não nade. Mas a mente sempre quer fazer alguma coisa, porque desse modo o crédito vai para o ego. Se você simplesmente seguir a maré, o crédito vai para a maré, não para você. Se você nadar, você pode ter um ego maior: "Eu consegui atravessar o canal da Mancha!"
Mas a existência o dá à luz, lhe dá a vida, lhe dá amor; lhe dá tudo o que é precioso, tudo o que não pode ser comprado com dinheiro. Só aqueles que estão prontos para dar todo o crédito pela sua vida à existência percebem a beleza e as bênçãos do não fazer.
Não é uma questão de fazer. É uma questão de ausentar-se como ego, de deixar as coisas acontecerem.
Entregue — essa palavra contém toda a experiência.
Existem pessoas que estão tentando amar, porque desde o início a mãe dizia ao filho: "Você tem que me amar, porque eu sou sua mãe". Agora ela está fazendo do amor o mesmo silogismo lógico — "porque eu sou sua mãe". Ela não está deixando que o amor cresça por si só, ele tem que ser forçado.
O pai está dizendo: "Me ame, eu sou o seu pai". E a criança é tão indefesa que tudo o que ela pode fazer é fingir. O que mais pode fazer? Ela pode sorrir, pode dar um beijo, e sabe que é tudo fingimento: ela não queria fazer aquilo, é tudo enganação. Não é espontâneo. Mas porque ele é o papai, ela é a mamãe, você é aquilo, você é aquilo outro... Eles estão estragando a mais preciosa experiência da vida.
Então as esposas dizem aos maridos: "Você tem que me amar, eu sou a sua mulher". Estranho. Os maridos estão dizendo: "Você tem que me amar. Eu sou o seu marido, é um direito meu!"
O amor não pode ser exigido. Se ele vier, seja grato; se não vier, espere. Mesmo que você esteja esperando que ele venha, não deve haver queixas, porque você não tem nenhum direito. O amor não é um direito de ninguém, não existe uma constituição que lhe confira o direito de viver o amor. Mas eles estão destruindo tudo, então as esposas vivem sorrindo e os maridos dando abraços.
Um dos mais famosos escritores dos Estados Unidos, Dale Carnegie, escreveu que todo marido deveria dizer à esposa pelo menos três vezes por dia: "Eu te amo, querida". Você está ficando louco? Mas ele disse isso, e funciona; e muitas pessoas, milhões delas, estão colocando em prática o conselho de Dale.
"Quando for para casa, leve sorvete, flores, rosas, para mostrar que ama a sua mulher", como se isso fosse algo que precisasse ser mostrado, provado materialmente, pragmaticamente, linguisticamente, verbalmente, vezes e vezes sem conta, para que não seja esquecido.
Se você não disser à sua esposa durante alguns dias que a ama, ela contará quantos dias se passaram e se encherá de suspeita, achando que você deve estar dizendo isso para outra pessoa, pois a quota dela está diminuindo. O amor é uma quantidade. "Se ele não está mais trazendo sorvete para casa, deve estar levando para outro lugar, e isso é algo que não posso tolerar!"
Criamos uma sociedade que acredita somente no "fazer", enquanto a parte espiritual do nosso ser morre à míngua porque precisa de algo que não se faz, mas acontece. Não que você dê um jeito de dizer: "Eu te amo"; você de repente se pega dizendo que ama. Você mesmo se surpreende ao ouvir o que diz. Não ensaiou na sua cabeça primeiro e depois repetiu, nada disso; é espontâneo.
E, na verdade, os momentos reais de amor são silenciosos. Quando você está realmente sentindo amor, esse mesmo sentimento cria à sua volta uma radiância que diz tudo o que você não consegue dizer, que nunca pode ser dito.
Mas, em vez disso, nós damos um jeito em tudo, transformamos tudo num "fazer" e o resultado final é que aos poucos a hipocrisia se torna uma característica nossa. Nós nos esquecemos completamente que se trata de hipocrisia.
E na mente, no ser de uma pessoa que é hipócrita, qualquer coisa do mundo do não fazer é impossível. Você pode continuar fazendo mais e mais; você se tornará quase um robô.
Portanto, sempre que você passar, subitamente, por uma experiência de acontecer, encare-a como uma dádiva da existência e faça desse momento o arauto de um novo estilo de vida.
Simplesmente reserve alguns momentos das 24 horas do dia, quando não estiver fazendo nada, simplesmente deixe que a existência faça algo a você. E as janelas começarão a se abrir para você, janelas que o ligarão com o universal, o imortal.
* Osho, em "A Essência do Amor: Como Amar com Consciência e Se Relacionar Sem Medo"
É importante entender que o "fazer" significa o mundo, e o não fazer significa aquilo que está além deste mundo — onde as coisas acontecem, onde só a maré o arrasta para a praia. Se você nadar, a coisa não acontece. Se você fizer algo, estará na verdade cooperando para que ela não aconteça; porque todo fazer é mundano.
Muito poucas pessoas chegam a conhecer o segredo do não fazer e a deixar que as coisas aconteçam. Se você almeja grandes coisas — coisas que estão além do pequeno alcance das mãos humanas, da mente humana, das capacidades humanas —, então você terá que aprender a arte do não fazer. Eu a chamo de meditação.
É um problema, porque no momento em que se dá nome a ela, as pessoas começam a se perguntar como "fazê-la". E você não pode dizer que elas estejam erradas, porque a própria palavra "meditação" cria a ideia de fazer. Elas têm o seu doutorado, têm milhões de outras coisas; quando ouvem a palavra "meditação", perguntam "Então me diga como fazer isso".
E a meditação significa basicamente o início do não fazer, relaxar, seguir a maré — ser apenas uma folha na brisa, ou uma nuvem se movendo no céu.
Nunca pergunte a uma nuvem: "Para onde você está indo?". Ela própria não sabe; ela não tem endereço, não tem destino. Se o vento mudar enquanto ela ia para o sul, ela começa a ir para o norte. A nuvem não diz ao vento: "Isso é absolutamente ilógico. Estávamos indo para o sul e agora estamos indo para o norte. Qual o sentido disso tudo?"
Não, ela simplesmente passa a ir para o norte, com tanta facilidade quanto ia para o sul. Para ela, sul, norte, leste, oeste, não faz nenhuma diferença. Apenas siga com o vento, sem nenhum desejo, sem nenhum objetivo, sem nenhum lugar para chegar; a nuvem só aprecia a jornada. A meditação faz de você uma nuvem — de consciência. Não existe mais objetivo.
Nunca pergunte a quem medita: "Por que está meditando?", porque a resposta é irrelevante. A meditação é, ela própria, o objetivo e, ao mesmo tempo, o caminho.
Lao-Tsé é uma das figuras mais importantes na história do não fazer. Se a história fosse escrita da maneira certa, então haveria dois tipos de história. A história das pessoas que "fazem" inclui Gêngis Khan, Tamerlão, Nadir Xá, Alexandre, Napoleão Bonaparte, Ivan o Terrível, Joseph Stalin, Adolph Hitler, Benito Mussolini; estes são aqueles que pertencem ao mundo do fazer.
Deveria existir uma outra história, uma história superior, verdadeira — da consciência humana, da evolução humana. Essa é a história de Lao-Tsé, de Chuang Tzu, de Lieh Tzu, de Buda Gautama, de Mahavira, de Bodhidharma; de um tipo totalmente diferente.
Lao-Tsé chegou à iluminação sentado sob uma árvore. Uma folha tinha acabado de cair; era outono e não havia pressa; a folha voava ao sabor do vento, devagar. Ele observou a folha. A folha foi caindo até chegar ao chão, e enquanto observava a folha caindo e pousando no chão, de algum modo ele também foi se aquietando. Desse momento em diante, ele se tornou um não fazedor. O vento sopra naturalmente e a existência cuida dele.
Todo o ensinamento de Lao-Tsé se assemelhava ao do rio: siga a corrente seja para onde ela for, não nade. Mas a mente sempre quer fazer alguma coisa, porque desse modo o crédito vai para o ego. Se você simplesmente seguir a maré, o crédito vai para a maré, não para você. Se você nadar, você pode ter um ego maior: "Eu consegui atravessar o canal da Mancha!"
Mas a existência o dá à luz, lhe dá a vida, lhe dá amor; lhe dá tudo o que é precioso, tudo o que não pode ser comprado com dinheiro. Só aqueles que estão prontos para dar todo o crédito pela sua vida à existência percebem a beleza e as bênçãos do não fazer.
Não é uma questão de fazer. É uma questão de ausentar-se como ego, de deixar as coisas acontecerem.
Entregue — essa palavra contém toda a experiência.
Existem pessoas que estão tentando amar, porque desde o início a mãe dizia ao filho: "Você tem que me amar, porque eu sou sua mãe". Agora ela está fazendo do amor o mesmo silogismo lógico — "porque eu sou sua mãe". Ela não está deixando que o amor cresça por si só, ele tem que ser forçado.
O pai está dizendo: "Me ame, eu sou o seu pai". E a criança é tão indefesa que tudo o que ela pode fazer é fingir. O que mais pode fazer? Ela pode sorrir, pode dar um beijo, e sabe que é tudo fingimento: ela não queria fazer aquilo, é tudo enganação. Não é espontâneo. Mas porque ele é o papai, ela é a mamãe, você é aquilo, você é aquilo outro... Eles estão estragando a mais preciosa experiência da vida.
Então as esposas dizem aos maridos: "Você tem que me amar, eu sou a sua mulher". Estranho. Os maridos estão dizendo: "Você tem que me amar. Eu sou o seu marido, é um direito meu!"
O amor não pode ser exigido. Se ele vier, seja grato; se não vier, espere. Mesmo que você esteja esperando que ele venha, não deve haver queixas, porque você não tem nenhum direito. O amor não é um direito de ninguém, não existe uma constituição que lhe confira o direito de viver o amor. Mas eles estão destruindo tudo, então as esposas vivem sorrindo e os maridos dando abraços.
Um dos mais famosos escritores dos Estados Unidos, Dale Carnegie, escreveu que todo marido deveria dizer à esposa pelo menos três vezes por dia: "Eu te amo, querida". Você está ficando louco? Mas ele disse isso, e funciona; e muitas pessoas, milhões delas, estão colocando em prática o conselho de Dale.
"Quando for para casa, leve sorvete, flores, rosas, para mostrar que ama a sua mulher", como se isso fosse algo que precisasse ser mostrado, provado materialmente, pragmaticamente, linguisticamente, verbalmente, vezes e vezes sem conta, para que não seja esquecido.
Se você não disser à sua esposa durante alguns dias que a ama, ela contará quantos dias se passaram e se encherá de suspeita, achando que você deve estar dizendo isso para outra pessoa, pois a quota dela está diminuindo. O amor é uma quantidade. "Se ele não está mais trazendo sorvete para casa, deve estar levando para outro lugar, e isso é algo que não posso tolerar!"
Criamos uma sociedade que acredita somente no "fazer", enquanto a parte espiritual do nosso ser morre à míngua porque precisa de algo que não se faz, mas acontece. Não que você dê um jeito de dizer: "Eu te amo"; você de repente se pega dizendo que ama. Você mesmo se surpreende ao ouvir o que diz. Não ensaiou na sua cabeça primeiro e depois repetiu, nada disso; é espontâneo.
E, na verdade, os momentos reais de amor são silenciosos. Quando você está realmente sentindo amor, esse mesmo sentimento cria à sua volta uma radiância que diz tudo o que você não consegue dizer, que nunca pode ser dito.
Mas, em vez disso, nós damos um jeito em tudo, transformamos tudo num "fazer" e o resultado final é que aos poucos a hipocrisia se torna uma característica nossa. Nós nos esquecemos completamente que se trata de hipocrisia.
E na mente, no ser de uma pessoa que é hipócrita, qualquer coisa do mundo do não fazer é impossível. Você pode continuar fazendo mais e mais; você se tornará quase um robô.
Portanto, sempre que você passar, subitamente, por uma experiência de acontecer, encare-a como uma dádiva da existência e faça desse momento o arauto de um novo estilo de vida.
Simplesmente reserve alguns momentos das 24 horas do dia, quando não estiver fazendo nada, simplesmente deixe que a existência faça algo a você. E as janelas começarão a se abrir para você, janelas que o ligarão com o universal, o imortal.
* Osho, em "A Essência do Amor: Como Amar com Consciência e Se Relacionar Sem Medo"
O Tao da coragem*
A vida não dá ouvidos à nossa lógica; ela segue à sua própria moda, imperturbável. Você tem de ouvir a vida; a vida não ouvirá a sua lógica, ela não se incomoda com ela.Enquanto segue pela vida, o que você vê? Cai uma grande tempestade e árvores frondosas vêm abaixo. De acordo com Charles Darwin, elas deveriam sobreviver, pois são as mais qualificadas, as mais fortes, as mais poderosas.
Olhem para uma árvore antiga, 90 metros de altura, 300 anos de idade. Só a presença da árvore já transmite força, um sentimento de força e poder. Milhões de raízes espalhadas dentro da terra, nas profundezas, e a árvore mantém-se firme em seu poder.
Claro que a árvore luta — ela não quer sucumbir, se render — mas, depois da tempestade, ela caiu, está morta, não tem mais vida, e toda força se foi. A tempestade foi além da conta — as tempestades sempre são além da conta, porque a tempestade vem do todo e a árvore é apenas um indivíduo.
Então há o mato e o capim — quando a tempestade cai, o capim cresce e a tempestade não pode causar nenhum dano a ele. No máximo pode lhe fazer uma boa limpeza, isso é tudo; toda a sujeira que se acumulara é levada. A tempestade lhe dá um bom banho e, quando se vai, o mato e o capim estão novamente dançando felizes. O capim quase não tem raízes, pode ser arrancado por uma criança pequena, mas a tempestade foi vencida. O que aconteceu?
O capim seguiu o caminho do Tao, o caminho de Lao-Tsé. E a árvore frondosa seguiu Charles Darwin. A árvore frondosa era muito lógica: tentou resistir, tentou mostrar sua força. Se você tentar mostrar sua força, será vencido. Todos os Hitlers, todos os Napoleões, todos os Alexandres são árvores frondosas, árvores fortes. Eles todos foram vencidos.
Lao-Tsé é assim como o mato: ninguém pode vencê-lo porque ele está sempre pronto para se render. Como você pode vencer uma pessoa que se rende, que diz, "Já fui derrotado", que diz, "Senhor, goze da sua vitória, não há por que causar nenhum problema. Fui derrotado".
Até um Alexandre se sentiria fútil diante de um Lao-Tsé; ele não pode fazer nada.
* Osho, em "Coragem: O Prazer de Viver Perigosamente"
segunda-feira, 30 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Milagres existem?! Claro!
Milagres existem e é necessário registrá-los... vou começar por 2a-feira, fui ao Rio Sul com Gabriela e encontramos uma calça jeans que a deixou com a auto-estima lá em cima. Comemos batata assada e voltamos felizes pra casa. 4a-feira, 18/05/2011. Estava sem a menor idéia de quais presentes comprar para os filhos da Paola. Respirei fundo e acabei indo parar na Circus. Ainda sem a menor idéia, apareceu uma Anja, disfarçada de vendedora, e encontrei a solução. Ao sair da loja, dirigi-me a galeria Menescal e sem saber como, comprei 2 sapatos que tanto precisava por um preço ótimo. Fui pegar um táxi e como nenhum parava, dei uma olhada na Fissura e encontrei uma blusa preta que adoro. Queria comprar para a minha mãe, mas não tinha. Então a vendedora reservou na loja do centro. Consegui um táxi e voltei pra casa feliz, feliz. Ao buscar Gabriela para cortar o cabelo e o resultado foi excelente... a auto estima dela tá bombando. Depois fomos ao Zona Sul comer lasanha e voltamos pra casa felizes, felizes. Na 5a-feira, 19/05/2011> Fernanda trouxe quinoa fez uma salada incrível e fui pro festival de Wesak no Miguel. Na 6a-feira, 20/05/211, tinha que ir à cidade. Dirigi-me ao metro. Na estação, um senhor bem humilde que andava com dificuldade, apoiado numa bengala me perguntou a respeito de qual trem tomar. Na tentativa de ajudá-lo, percebi que ele era apenas um Anjo para mostrar que eu estava na direção errada... Comprei uma blusa pra minha mãe, outras 2 para Ln e tia Kt.
terça-feira, 10 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Tudo o que buscamos, também nos busca...
"Dizem que tudo o que buscamos, também nos busca e, se ficamos quietos, o que buscamos nos encontrará. É algo que leva muito tempo esperando por nós. Enquanto não chega, nada faças. Descansa. Já tu verás o que acontece enquanto isto." Clarisse Pinkola
quinta-feira, 5 de maio de 2011
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Olha a Era do Ouro aí gente!!!
Fantástico! Antes o Compartilhamento de Software, Agora de Hardware e Depois?!...
Marcin Jakubowski: Open-sourced blueprints for civilization Video on TED.com
Marcin Jakubowski: Open-sourced blueprints for civilization Video on TED.com
Confirmação dos memes...
Caraca! tinha acabado de enviar uma msg falando exatamente isso... é bem verdade q sem a riqueza de detalhes do video abaixo, mas a abordagem era exatamente essa... era exatamente isso q estava sentindo qdo escrevi o seguinte: Relacionamento é mesmo complicado... já saquei q o negócio é manter o foco na atenção plena... pq teoria sem prática não resolve, certo? Já percebi q a gente mistifica tudo o q desconhece e, como a gente conhece muito pouco ou quase nada, tudo parece impossível. A ignorância é tanta q é mais fácil desacreditar. É q a gente não pára pra pensar... vamos pra escola pq está na programação "ir pra escola pra ser alguém na vida", mas sem qq estímulo de conhecer ou saber quem somos, onde estamos ou para onde vamos... os professores então... a exceção de Paulo Freire, tão perdidos qto nós, se limitam a ensinar-nos a nos tornarmos papagaios... os pais... pobres diabos... repassam "a programação"... sem qq condição de avaliar a qualidade do "programa". "Trabalhar duro!" tb é parte do programa. Pense, desde q o mundo é mundo, a programação falhou em apenas alguns poucos... esses q tiveram falha na programação foram os responsáveis por pensar numa possibilidade diferente, ver q sofrer não é o ideal. Então, nasceram a filosofia, a ética, a moral, a alquimia, as ciências... Paralelamente, surge a religião como forma de "controlar"... dominar(?) os "robôs" desgovernados... (?) Quem ou o q programa essa parafernália? Vai saber... aiiiiiii êitcha ignorância!!!! "...
segunda-feira, 2 de maio de 2011
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