quarta-feira, 27 de julho de 2011

Manual de Vivência

Cada um pode adotar seu próprio método para anotar suas dúvidas (teses), achismos (antíteses) e conclusões (sínteses).
É verdade que pode ser bastante árdua a luta pela sobrevivência. Por outro lado, pode ser bastante excitante e prazerosa, tudo vai depender da perspectiva que adotada.
Quem sou, o que quero?
Consciência é o primeiro passo, seguida da atenção aos pensamentos, sensações e ações.
Comumente fala-se em elaborar uma lista de desejos. Mas como?!
Outra dificuldade é perceber nosso comportamento predominante. Tentar impor nossa vontade aos outros ou tentar agradar?
Sugestão: Se tudo é ilusão e não estou satisfeito, sou o único que posso reverter essa situação e, se tiver sorte, mudar a situação dos outros também.
Como?! Usar o cotidiano como laboratório e anotar os métodos adotados, compará-los e adotar o mais conveniente.
Método 1: P.55 Percepção é um processo ativo, que começa dentro da mente e não na periferia do corpo carne e osso... será?!

domingo, 24 de julho de 2011

Mais e Menos

Mais: Brincar, Rir, Curtir, Escutar, Observar, Sentir, Experimentar

Menos: Falar, Contestar, Intelectualizar

sábado, 23 de julho de 2011

SINAIS (Osho)

"Você sabia que o Universo se comunica conosco o tempo todo e nos envia respostas, mensagens e sinais, de acordo com nossos desejos e necessidades?

Estes sinais se manifestam através do fenômeno que conhecemos como sincronicidade, ou seja, no momento em que você necessita de algo, ou de que alguma situação aconteça, aquilo se manifesta repentinamente em sua vida.
Mas eles não se apresentam somente com soluções grandiosas ou espetaculares. Manifestam-se igualmente nos acontecimentos rotineiros.

A prova incontestável de que você está vivendo e atuando numa parceria harmoniosa com a vida, é a presença destas sincronicidades em seu dia-a-dia. Para percebê-las, é necessário que você esteja atenta e consciente de que o Universo sempre responde, de alguma forma, a todos os seus pedidos.

Se você vinha recebendo estes presentes e, de repente, eles pararam de acontecer, saiba que algo saiu do eixo em seu plano de vida. É indício de que você se deixou perturbar por alguma forma de negatividade que gerou um curto circuito em seu equilíbrio.

Este é um sinal de que é hora de se re-equilibrar, se harmonizar e re-conectar com seu ser divino, aquele que direciona suas ações sempre para um caminho positivo para você e para o mundo.

Um dos meios de evitar esta desconexão é parar de julgar, a si próprio e as outras pessoas. Esta atitude impede que criemos novos laços cármicos, geradores de sofrimento.

Agradecer é a melhor forma de fortalecer nossa conexão com o Divino, pois quanto maior for nossa gratidão, mais bênçãos de amor, alegria, paz, virtudes positivas e prosperidade ele nos enviará.

" Julgar os outros é uma reação.

.....Certa vez, eu perguntei ao meu pai: "Você me dirá uma vez, algum dia, só uma vez: 'O que você está fazendo está certo?' Será que você não pode ver que é impossível se fazer tudo errado durante vinte e quatro horas por dia, trezentos e sessenta e cinco dias por ano... tudo errado? Se isso é verdade, eu realmente estou realizando algo miraculoso. Faça uma exceção - só uma vez, diga-me: O que você está fazendo está certo".

Ele ficou chocado porque compreendeu o significado do que eu estava dizendo, que é impossível que eu pudesse fazer tudo errado.

Mas os pais gostam da idéia porque ela é muito preenchedora: é a sede de poder. Sempre que você diz "Não" para alguém, sempre que você diz "Você está errado" para alguém, você se sente poderoso. Alimenta o seu ego e alimenta o ego de todo mundo - dos professores, dos vizinhos. Onde quer que a criança vá, todo mundo usufrui da sede de poder, e a criança é esmagada. E quando tanta gente está dizendo que ela é errada, naturalmente, ela tem de acreditar.

Mas lembrem-se de que, como uma reação, ela começa a julgar os outros. Quando todos a estão julgando, não há nenhuma razão para que ela não julgue os outros. Você a está ensinando a julgar, a julgar a todos - e, tanto quanto possível, a julgar negativamente. Então, ela começa a julgar que os outros estão errados.

E este é o nosso mundo... onde todos estão se julgando errados e julgando aos demais como errados. Como você pode ser amoroso, amigável, confiante? Como você pode abrir o seu coração? Você ficará isolado, ficará completamente fechado, viverá em um mundo que você condena e o mundo o condenará.

.... Pare de julgar.
Seja o que for que esteja fazendo, se você gosta do que faz, faça-o. Não existe a questão do julgamento: nenhuma outra pessoa tem o direito de dizer que o que você está fazendo está errado. Se você gosta de fazê-lo, não está ferindo ninguém, não está perturbando ninguém...

...Desde a minha infância, eu sempre gostei de sentar-me num canto, silenciosamente. Todo mundo que passasse ali, dizia: "O que você está fazendo?
Eu dizia: "Nada".
E todo mundo dizia: "Isso não é bom".

Eu dizia: "Isto é estranho: eu não estou fazendo nada, não estou fazendo mal a ninguém - estou sentado neste canto - e você diz 'Isto não está certo'. Parece que se tornou um puro hábito seu, condenar, criticar. Mas eu estou desfrutando sentar aqui sem fazer nada, e vou continuar, a despeito do seu julgamento. Não lhe pedi conselho, e dar conselho sem que seja pedido é insensato".

Pouco a pouco a pessoa tem de se afirmar, deixar claro sua posição. A menos que eu passe por cima do direito de outra pessoa... - se eu estou fazendo algo de que estou gostando e que não veja ser prejudicial de modo algum, então, eu não permitirei a ninguém me julgar, porque não se trata apenas da questão deste ato, trata-se de uma questão de toda a minha vida. "Você está me ensinando uma muito sutil doença de julgamento". E, quando eu condeno a mim mesmo, como posso deixar alguém sem condenação?

.... Assim, a primeira coisa é esta: pare de se julgar. Ao invés de julgar, comece a aceitar-se com todas as suas imperfeições, todas as suas debilidades, todos os seus erros, todos os seus fracassos. Não peça a si mesmo para ser perfeito - isso é, simplesmente, pedir pelo impossível e, depois, você se sentirá frustrado. Você é um ser humano, afinal de contas.

..... O julgamento é feio - ele fere as pessoas. Por um lado, você vai machucando, ferindo-as; e por outro lado, você quer o amor delas, seu respeito. Isso é impossível.
Ame-as, aceite-as e, talvez, seu amor e respeito possa ajudá-las a mudar muitas de suas fraquezas, muitas de suas falhas - porque o amor lhes dará uma nova energia, um novo significado, uma nova força. O amor lhes dará novas raízes para se erguerem contra os ventos fortes, um sol quente, a chuva forte.

Se apenas uma única pessoa o ama, isso o faz tão forte, que você nem pode imaginar. Mas, se ninguém o ama neste vasto mundo, você fica simplesmente isolado; então, você pensa que é livre, mas você está vivendo numa cela isolada em uma cadeia. É que a cela isolada é invisível; você a carrega consigo.

O coração abrirá por si mesmo. Não se preocupe com o coração. Faça o trabalho preparatório".

OSHO, The Transmission of the Lamp.

Ponto de Mutação ou Ponto Zero?

Que necessidade é essa de nos relacionarmos? O que esperamos dos relacionamentos? Qual o papel das Redes Sociais nesse contexto? Afinal, buscamos nossa identificação ou desidentificação? E quando perdemos o interesse em nos relacionar com pessoas porque parece que ninguém compartilha nossas indagações? E quando só nos identificamos com alguns autores porque com eles parece haver alguma possibilidade de diálogo? Mas, como materialistas q somos, bate a falta do outro, de carne e osso como nós, para compartilhar e experimentar esse novo jeito de olhar o mesmo objeto? É... são muitas mudanças e temos que nos adaptar... zerar as verdades do passado e nos abrir para o presente, o famoso Ponto de Mutação... ou Ponto Zero.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

E-mails q a gente recebe...

segue um exemplo:
E-mail:
Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na  água e estava se afogando. O mestre tentou tirá-lo novamente e outra vez o animal o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
-Desculpe-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo? O mestre respondeu:
-A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de uma folha, o mestre  tirou o escorpião da água e salvou sua vida, e continuou:            
-Não mude sua natureza se alguém lhe faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Quando a vida lhe apresentar mil razões para chorar, mostre- lhe que tem mil e uma razões para sorrir. Preocupe-se  mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.
E o que os outros pensam… é problema deles.

Resposta ao e-mail:
Hãããã deixa ver se entendi, Amado Mestre. Vc diz que o importante é conservarmos nossa Natureza... mas o que seria a nossa Natureza?! Seria a soma de todas as virtudes? É possível vc ser virtuoso e o escorpião ser Não virtuoso?!!! Então eu também não sou virtuoso porque sinto Medo, Raiva e tenho Desejos? Esses sentimentos não são virtuosos? Não ser virtuoso é defeito? O sentimento de Desejo é não ser virtuoso? Então o Desejo de ser Virtuoso é Não virtuoso?! Aiiiii... sinto Raiva porque Desejo ter sentimentos virtuosos para viver no Paraíso, mas sinto Culpa por não tê-los e sinto Medo de acabar indo pro Inferno. Pior q isso tudo é que no afã de tornar-me virtuoso, fico tentando imitá-lo e acabo tornando minha vida um verdadeiro Inferno porque já nem tenho Consciência pra saber o que é Bem ou Mal e muito menos Livre Arbítrio para escolher entre um e outro. Vc diz que não há dualidade e eu "aceito" tudo o que vc diz como Verdade. Veja bem, Aceito no sentido de Engolir e não no de me Identificar com a Verdade  pq de tanto Engolir Verdades, acabei por me perder de Mim. E, afinal, quem criou as Virtudes?!...

domingo, 17 de julho de 2011

Cativeiro

Os animais em extinção são colocados em cativeiro para a preservação da espécie. Há também o cativeiro para a exposição, como é o caso dos Zoológicos. E com o ser humano, como acontece? Ainda no sentido de preservação, o homem deixou de ser nômade e optou pelo sedentarismo. Vivia na natureza, era caça e caçador, até pensar q teria mais segurança se se fixasse ao solo, ou à "caverna". Bem, depois disso é uma longa história q culminou no caos existencial q vivemos, ou será q poderia ter sido diferente? Bem, aí depende. Tudo é uma questão de ótica. Vale pegar como exemplo o Insuportável e Burocrático Cotidiano Existencial de qq simples mortal e colocar o "Ou não?" ou "Pode ser diferente?"  depois de qq IBCE. É verdade, se a neurociência enfatiza a  plasticidade neuronal, por que não aproveitar essa nossa aptidão e mudar de atitude? Se  nossa emoção varia de acordo com nossos pensamentos, q tal prestar mais atenção a esse fato e dar um STOP! e mudarmos nossa perspectiva. Chega de passividade! É chegada a hora de sermos o Diretor do Espetáculo!

domingo, 3 de julho de 2011

Evolução...

Luta pela Sobrevivência
Quais as funções dos corpos físico, emocional e mental?
Apenas o corpo físico morre? Os corpos emocional e mental são eternos e somente passíveis de transmutação?
Transformação ocorre apenas no físico?
Transmutação e transcendência no emocional e mental?
Não há reencarnação, apenas emigração do emocional e mental após a morte do físico?
Iluminação é a desidentificação com o Ego? Transcender o Ego?
Importância da visão holística para o equilíbrio da vida no planeta... o q é vida?
Medo da morte... o q é morte?
Interesse em aumentar a expectativa da vida humana e melhorar sua qualidade.
Como é possível mapear o cérebro em funcionamento?
Cérebro é uma caixa preta...
Quais os aparelhos que examinam o cérebro?
Existem aparelhos que respondam as reações do cérebro?
O que se quer medir?
Causas/Consequências - Sincronicidade
Quais são as perguntas a se fazer para desvendar esse mistério?
Resultado Pesquisa <como é possível mapear o cérebro em funcionamento?>
http://radeir.blogspot.com/2011/04/cerebro-dorme-e-mapear-cerebro.html
http://saude.hsw.uol.com.br/mapeamento-cerebro.htm
http://www.cerebromente.org.br/n03/tecnologia/eeg_p.htm
http://www.revistainovacao.uniemp.br/materia.php?id=156&pag=2

sábado, 2 de julho de 2011

Whitehead and Grof: Resolving the ontological ambiguity of Jung’s archetypes metaphysically and practically

Leonard Gibson
gib@vermontel.net

Abstract
MacIntyre (Encyclopedia of Philosophy, p. 296) voices two representative philosophical criticisms of Jung’s theorizing: (1) the existence of the collective unconscious cannot be decided by any possible observation or experiment, and (2) ontological claims about the contents of the psyche are ambiguous. Jung states, “The content of the collective unconscious is made up essentially of archetypes.” (Collected Works, Vol. 9.i)
This paper resolves the ontological ambiguity of Jung’s archetypes by drawing on Whitehead’s metaphysics and Stanislav Grof’s psychological discoveries concerning the human birth process.
Jung’s archetypes reflect Plato’s ideas through the mirror of psychology. The first part of MacIntyre’s criticism of Jung repeats a criticism leveled against Plato that comes into play since the development of modern science. Whitehead’s genius is to reframe Plato’s ideas as potentials and bring them into a richly rendered picture of science that is well beyond the misplaced concreteness of simplistic empiricism.
Framing the archetypes as potentials extends their significance beyond Jung’s use of them analytically to recognizing their actualization in the human birth process. Grof notes that while Jung identified an archetype of birth, he did not seem to recognize that certain specific characteristics distinguish that archetype from all others. (Beyond the Brain, p. 191)
Anthropologically, ontologically, and literally speaking human birth is the embodiment of individuation. Human birth differs from other animals: The size of the brain and the evolutionary narrowing of the pelvis required for upright walking make birth difficult. The bodily and psychic individuation from an all-encompassing maternal universe that takes place in birth represents a particular actualization of universals. The specific circumstances of the human birth process afford instantiation not only of the birth archetype itself but also a host of other
archetypes, including those manifest in what Jung calls the Shadow.
Grof distinguishes four stages of the birth process: (1) intrauterine existence before the onset of delivery, (2) the period of uterine contractions preceding opening of the cervix, (3) passage through the birth canal, (4) emergence. Each stage presents possibilities of existential circumstance that instantiate diverse archetypal phenomena. Stage One may comprise an oceanic, amniotic heaven or, for the baby of a sick or addicted mother, a toxic hell. Stage Two begins distinction of baby from mother, presenting the possibility of claustrophobic, no-exit experience that fortifies horror stories and endogenous depression. Stage Three comprises numerous possibilities, including violent struggle, synergistic aggression and retribution between
baby’s and mother’s bodies, and the hero’s journey through the valley of the shadow of death. In Stage Four the baby finally dies to the uterine world in a burst of light and inhales the breath of life--or physiological detritus. Abnormalities of birth and medical interventions broaden the archetypal dimensions with experience such as transcendent caesarean rescue.
Stanislav Grof’s perinatal theory resolves the ambiguous ontological status of the Shadow and explains how the Shadow’s force in the world derives from the experiential singularity of birth.
Grof’s understanding of human coming-to-be reflectsWhitehead’s metaphysical characterization of becoming and brings the existential richness of Jung’s Shadow to Whitehead’s metaphysical account of evil. (Religion in the Making, pp. 92 ff)

Jung, Blavatsky e Stanislav Grof

Aquisição de livros: Jung e Blavatsky
Ana Maria Cesar postou no FB informação interessante a respeito da publicação de QS, citada no site de Alvaro e Dora Jardim http://www.aljardim.com.br/destang.htm:
QS - Inteligência Espiritual, por Dana Zohar
http://www.formadoresdeopiniao.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=8802:terceira-inteligencia-a-inteligencia-espiritual-coletiva-e-baixa-na-sociedade-moderna&catid=79:educacao-familia-e-filosofia&Itemid=108

Whitehead and Grof:
Gibson, Leonard. Resolving the ontological ambiguity of Jung’s archetypes metaphysically and practically. gib@vermontel.net.

http://www.stanislavgrof.com/pdf/Whitehead%20Grof%20Jung%20abstract.pdf

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Questões Minhas e Meu Interesse por Jung...

Carl Gustav Jung <http://saintgermanchamavioleta.blogspot.com/2010/06/carl-gustav-jung.html>
  http://www.grupoapoema.com.br/blog/2008/10/08/sete-sermoes-aos-mortos/
O q é mente?
Onde está a inteligência?
O q é alma?
Reencarnação ou renascimento?
O q realmente reencarna?
Como ter acesso aos corpos mental e de emoções dos Mestres?
O q é inconsciente?
E inconsciente coletivo (Jung)?
Fundo psíquico comum a todos os homens (inconsciente coletivo), eternamente existente sob as diferentes peculiaridades individuais, locais, nacionais, raciais, históricas, fosse partidário de discriminações entre esses mesmos homens cuja alma tinha para ele igual estrutura básica.