terça-feira, 22 de março de 2011

Lost: Caminho para a Revolução Interior

E... como já dizia o Chico...  "Todo dia ela faz tudo sempre igual..." em linguagem poética até que deu certo... mas... no dia a dia como funciona?! Qual a causa de tanta confusão?! É... que ritmo é esse?! E o tom?! Desafinaaaado... Glorinha Kalil elogia o trajar da primeira dama americana... o cabelereiro da presidente brasileira comenta o penteado da ex primeira dama americana... tudo como se fossem as coisas mais importantes do planeta... com benevolência, até entende-se que esse é o âmbito de atuação de cada um deles, o que preocupa é como todos acatam as opiniões externas, sem perceber até onde essa atitude prejudica a própria natureza. Tá, não estou falando nenhuma novidade... concordo, mas por que desde que o mundo é mundo, pouquíssimas pessoas conseguiram perceber essa trágica realidade? Muitos poucos mandam e o resto obedece?! É como se estivessemos perdidos...  Caos?! Solo propício para a Era do Ouro!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Criando a própria vida

        Criamos continuamente possibilidades em torno de nós, mas nos surpreendemos quando elas acontecem. Vigie bem suas idéias e observe como elas criam sua vida. Alguém pensa que é um fracasso, que não vai fazer nada na vida. Realmente, essa pessoa não irá fazer nada porque sua idéia está criando a sua realidade. Quanto mais ela achar que não está conseguindo nada, quanto mais essa idéia for reforçada pelo feedback, mais ela achará que está se tornando um fracasso. Cria-se um círculo vicioso.
        Quem pensa que vai ter sucesso, é bem-sucedido; quem pensa em ficar rico, enriquece; quem pensa que não vai enriquecer, permanece pobre. Experimente e você ficará admirado; algumas vezes, nem vai acreditar.
        Se um homem pensa que jamais encontrará um amigo, ele não encontrará. Ergueu em torno de si a Muralha da China; não está disponível. Ele precisa provar que sua idéia está certa, lembre-se. mesmo que alguém se aproxime com grande cordialidade, será rejeitado. Ele precisa provar sua idéia; está muito comprometido com ela. Não irá se desviar dessa idéia, porque ela é uma parte importante de seu ego. Ele precisa provar ao mundo que tinha razão, que ninguém pode ser seu amigo, que todos são inimigos. E pouco a pouco todos se tornarão seus inimigos.
        Observe a sua mente. Você está constantemente criando sua vida, está constantemente fabricando sua vida.

Osho, Vá Com Calma, V.III, # 1

Você é responsável

A mente ordinária sempre lança a responsabilidade em outro alguém. É sempre o outro que está lhe fazendo sofrer. Sua esposa está lhe causando sofrimento, seu marido está lhe fazendo sofrer, seus pais estão lhe fazendo sofrer, seus filhos estão lhe fazendo sofrer, ou o sistema financeiro da sociedade, capitalismo, comunismo, fascismo, a ideologia política prevalente, a estrutura social, ou o destino, carma, Deus... você nomeia!
As pessoas têm milhões de maneiras de se esquivar da responsabilidade. Mas no momento que você diz que outra pessoa - X,Y,Z - está lhe causando sofrimento, você não pode fazer nada para mudar isso. O que você pode fazer? Quando a sociedade mudar e o comunismo chegar e houver um mundo sem classes, então todos seremos felizes. Antes disso, não é possível. Como é que você pode ser feliz numa sociedade pobre? Como você pode ser feliz numa sociedade que é dominada pelos capitalistas? Como você pode ser feliz com uma sociedade que é burocrática? Como você pode ser feliz com uma sociedade que não lhe permite liberdade? Desculpas e mais desculpas.
Desculpas apenas evitam um insight, que "sou responsável por mim mesmo. Ninguém mais é responsável por mim; é absolutamente e totalmente minha responsabilidade.O que quer que eu seja, sou minha própria criação".
Uma vez que esse insight se estabeleça: sou responsável por minha vida - por todo meu sofrimento, pela minha dor, por tudo que aconteceu comigo e está acontecendo a mim; eu escolhi esse caminho; essas são as sementes que eu semeei e agora estou colhendo a safra; sou responsável - uma vez que esse insight se torne um entendimento natural em você, então tudo mais é simples. Assim a vida começa a dar uma nova reviravolta. Começa a se mover numa nova dimensão. Essa dimensão é conversão, revolução, mutação - porque uma vez que sei que sou responsável, também sei que posso abandonar isso a qualquer momento que decida fazê-lo.
Ninguém pode me impedir de abandonar isso.
Pode alguém impedi-lo de  abandonar sua miséria, de transformar sua miséria em felicidade? Ninguém. Mesmo que você esteja na prisão, acorrentado, preso, ninguém pode prender VOCÊ; sua alma ainda permanece livre. É claro, você fica numa situação muito limitada, mas mesmo nessa situação limitada você pode cantar uma canção. Você pode derramar lágrimas de desamparo ou pode cantar uma canção. Mesmo com correntes em seus pés você pode dançar; então até mesmo o som das correntes terá uma melodia nela.
O próximo sutra: Seja grato a todos.
Atisha é realmente muito científico. Primeiro ele diz: Tome toda a responsabilidade sobre si mesmo. Segundamente ele diz: Seja grato a todos. Agora que ninguém mais é responsável pela sua miséria exceto você - se a miséria é, toda, seu próprio fazer, então o que resta?
Seja agradecido a todos !!!.
Porque todo mundo está criando um espaço para você ser transformado - mesmo aqueles que acham que estão lhe obstruindo, mesmo aqueles que você pensa que são seus inimigos. Seus amigos, seus inimigos, boas e más pessoas, circunstancias favoráveis, circunstancias desfavoráveis - tudo isso junto está criando o contexto no qual você pode ser transformado e tornar-se um Buddha. Seja agradecido a todos - àqueles que lhe ajudaram, àqueles que lhe obstruíram, àqueles que foram indiferentes. Seja grato a todos, porque todos juntos estão criando o contexto no qual Buddhas nascem, no qual você pode se tornar um Buddha.
Osho, The Book of Wisdom, # 5

segunda-feira, 14 de março de 2011

Reflexões

O pai perdoa, W. Livingston
karinizumi | março 3, 2011 at 3:38 pm | Categories: [Reflexões] | URL: http://wp.me/phQr9-LI



Escute, filho: enquanto falo isso, você está deitado, dormindo, uma mãozinha enfiada debaixo do seu rosto, os cachinhos louros molhados de suor grudados na fronte. Entrei sozinho e sorrateiramente no seu quarto. Há poucos minutos atrás, enquanto eu estava sentado lendo meu jornal na biblioteca, fui assaltado por uma onda sufocante de remorso. E, sentindo-me culpado, vim para ficar ao lado de sua cama.
Andei pensando em algumas coisas, filho: tenho sido intransigente com você. Na hora em que se trocava para ir à escola, ralhei com você por não enxugar direito o rosto com a toalha. Chamei-lhe a atenção por não ter limpado os sapatos.
Gritei furioso com você por ter atirado alguns de seus pertences no chão.
Durante o café da manhã, também impliquei com algumas coisas. Você derramou o café fora da xícara. Não mastigou a comida. Pôs o cotovelo sobre a mesa. Passou manteiga demais no pão. E quando começou a brincar e eu estava saindo para pegar o trem, você se virou, abanou a mão e disse: "Chau, papai!" e, franzindo o cenho, em resposta lhe disse: "Endireite esses ombros!"
De tardezinha, tudo recomeçou. Voltei e quando cheguei perto de casa vi-o ajoelhado, jogando bolinha de gude. Suas meias estavam rasgadas. Humilhei-o diante de seus amiguinhos fazendo-o entrar na minha frente. As meias são caras - se você as comprasse tomaria mais cuidado com elas! Imagine isso, filho, dito por um pai!
Mais tarde, quando eu lia na biblioteca, lembra-se de como me procurou, timidamente, uma espécie de mágoa impressa nos seus olhos? Quando afastei meu olhar do jornal, irritado com a interrupção, você parou à porta: "0 que é que você quer?", perguntei implacável.
Receio que o tenha visto até aqui como um homem feito.
Mas, olhando-o agora, filho, encolhido e amedrontado no seu ninho, certifico-me de que é um bebê. Ainda ontem esteve nos braços de sua mãe, a cabeça deitada no ombro dela. Exigi muito de você, exigi muito.
Em lugar de condenar os outros, procuremos compreendê-los. Procuremos descobrir por que fazem o que fazem. Essa atitude é muito mais benéfica e intrigante do que criticar; e gera simpatia, tolerância e bondade. "Conhecer tudo é perdoar tudo".
Como disse o dr. Johnson: "0 próprio Deus, Senhor, não se propõe julgar o homem até o final de seus dias".
Por que o faríamos, você e eu?

domingo, 13 de março de 2011

Cora Coralina

O que é viver bem?!

Um repórter perguntou à Cora Coralina o que é viver bem?
Ela disse-lhe: “Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo prá você, não pense.
Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.
Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que lê.
O bom é produzir sempre e não dormir de dia.
Também não diga prá você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.
Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima.
Eu não digo nunca que estou cansada. Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio!
Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha não. Você acha que eu sou?
Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Filha dessa abençoada terra de Goiás.
Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos. Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.
Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes. O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor.
Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.”
"Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir."

Tsunami

Aconteceu no Japão, mas poderia ser em qualquer outro lugar... todos vivenciando a rotina e... de repente... kabum!!! um tsunami invadir a cidade ou simplesmente a gente morrer!!! Tá, e daí?! Bem, aí depende... o filme Além da Vida aborda a questão de quem passa pela experiência de quase morte e a mudança de valores dessas pessoas. O Livro Tibetano dos Mortos aborda as emoções do bardo. Daí a importância de cultivarmos hábitos legais pq a medida q envelhecemos esses hábitos afloram. Se os hábitos forem legais, vale como exemplo Cora Coralina, temos a oportunidade de perfumarmos nossa existência e a dos outros. O melhor de tudo é a oportunidade de iluminar e não precisar renascer. Do contrário... a experiência pode ser de doenças físicas, sentimento de abandono e outras cositas mais q... carregamos na memória para a próxima vida... Então... o melhor é limpar, purificar e libertar essas energias, vibrações e bloqueios indesejáveis e transmutá-los em pura LUZ na PAZ do EU!!!